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Gilbarco Veeder-Root lança solução para detectar separação de fases em tanques

Tecnologia identifica precocemente a presença de água e etanol em gasolina armazenada nos tanques dos postos de combustíveis.

29/01/2026 às 11h41
Por: Anderson Lugnani Fonte: Agência Dino
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A separação de fases em tanques que armazenam gasolina com etanol tem sido registrada em postos de combustíveis no Brasil. O fenômeno ocorre quando a presença de água ultrapassa o limite de solubilidade da mistura, alterando a composição do combustível e podendo comprometer a operação dos estabelecimentos.

"Nesse processo, parte do etanol se combina com a água e se deposita no fundo do tanque, formando uma camada intermediária composta por etanol e água. Essa camada possui densidade diferente da água pura e, por isso, não é identificada por sistemas tradicionais de detecção, o que pode resultar em contaminação do combustível sem alertas prévios ao operador"

Ainda de acordo com Mota, quando o combustível fora de especificação é distribuído, os impactos incluem falhas em motores, entupimento de filtros, perda de produto comercializável e risco de autuações por descumprimento das normas da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Também podem ocorrer danos a tanques e tubulações, aumento de custos de manutenção e descarte de volumes significativos de combustível.

Para lidar com esse cenário, a Gilbarco Veeder-Root desenvolveu um kit de boia para detecção de separação de fases, compatível com os sistemas de medição TLS-4 e MAG Plus. A solução utiliza duas boias com densidades diferentes: uma destinada à identificação de água pura e outra voltada à detecção da camada formada por etanol e água.

Ao identificar o início da separação de fases, o sistema emite um alerta automático no console de monitoramento, possibilitando a interrupção do abastecimento e a adoção de medidas preventivas, como inspeção do tanque e análise do combustível armazenado.

A solução pode ser integrada aos sistemas já instalados, sem necessidade de modificações estruturais nos tanques, e está disponível para operações que utilizam o sistema TLS-4, podendo substituir boias convencionais como parte de um processo de atualização dos equipamentos de monitoramento.

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