Casos de doenças respiratórias aumentam e acendem alerta em Campo Grande
Hospitais e unidades de saúde de Campo Grande começam a registrar aumento na procura por atendimento de pacientes com sintomas gripais, cenário que preocupa autoridades diante do avanço dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) neste período do ano.
O crescimento das ocorrências acende um alerta para possível sobrecarga na rede pública de saúde, especialmente com a sazonalidade das doenças respiratórias.
Dados do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS-CG) mostram que, embora os números ainda não tenham superado os registrados entre janeiro e abril de 2025, a Capital já contabiliza 548 casos de síndrome respiratória em 2026.
Entre os registros, há 195 casos de síndrome não especificada, 141 de rinovírus, 56 de vírus sincicial respiratório (VSR), 34 de influenza A, 17 de metapneumovírus, 16 de covid-19, 12 de adenovírus, 9 de influenza B, além de casos ligados a outros vírus respiratórios e agentes etiológicos. Outros 60 seguem em investigação.
O cenário reforça a preocupação com a circulação de vírus respiratórios e a necessidade de atenção redobrada com prevenção e busca por atendimento em casos de agravamento dos sintomas.