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Polícia INVESTIGAÇÃO

Homem morto pelo Batalhão de Choque era investigado por execução em Sidrolândia

Dionatan Ribeiro de Souza, de 28 anos, era suspeito de integrar grupo que invadiu uma residência se passando por policiais e matou um homem diante da família.

17/09/2026 às 15h07
Por: Leandro Colman
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Homem morto pelo Batalhão de Choque era investigado por execução em Sidrolândia

Dionatan Ribeiro de Souza, de 28 anos, morto durante uma abordagem do Batalhão de Choque nesta quarta-feira (16), era investigado pela participação na execução de Cleiderson Chaves da Rocha, de 22 anos, em Sidrolândia, a cerca de 70 quilômetros de Campo Grande.

Cleiderson foi morto no dia 26 de agosto, dentro da própria residência, no Residencial Cascatinha Dois. Segundo as investigações, um grupo armado teria invadido o imóvel se passando por policiais e anunciado uma falsa abordagem.

Conhecido pelos apelidos de “Disciplina” e “Coringa”, Dionatan foi apontado pela investigação como um dos integrantes do grupo envolvido na execução. Uma testemunha teria relatado à Polícia Civil que ele participou diretamente da ação.

Outros três suspeitos também foram identificados durante as investigações. Pedro Martinz Filho, de 32 anos, conhecido como “Pedrinho”, e Lucas, chamado de “Catucho”, foram presos. Já Ademar dos Santos Guimarães é apontado como outro integrante do grupo e permanece foragido.

Execução

Na noite de 26 de agosto, cerca de sete homens armados chegaram à residência de Cleiderson e teriam anunciado: “abre a porta que é a polícia”. O grupo arrombou o portão e rendeu uma mulher que estava no imóvel. Ela teria sido obrigada a permanecer de joelhos na cozinha, enquanto uma criança de 4 anos também estava na residência.

Enquanto parte do grupo mantinha a mulher sob ameaça, dois suspeitos foram até o segundo andar da casa, onde Cleiderson estava. O jovem foi atingido por vários disparos e morreu ainda no quarto.

Durante a fuga, os criminosos também efetuaram disparos contra o portão e a fachada do imóvel. Câmeras de segurança registraram parte da ação e mostram três suspeitos deixando o local enquanto atiravam.

A gravação registra ainda diversos disparos e uma frase atribuída a um dos envolvidos, em referência à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

As investigações continuam para esclarecer a participação de cada suspeito e localizar o homem que permanece foragido.

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