A possibilidade de Tereza Cristina como vice na chapa de Flávio Bolsonaro segue ganhando destaque nos bastidores políticos e sendo tratada como uma alternativa estratégica para fortalecer a pré-campanha.
Ex-ministra da Agricultura e uma das principais representantes do agronegócio, Tereza é vista como um nome com forte experiência administrativa e capacidade de diálogo com setores importantes da economia. Sua presença na chapa pode consolidar ainda mais o apoio do agro e ampliar pontes com diferentes regiões do país, especialmente no Centro-Oeste.
Outro ponto considerado positivo é sua representatividade. Mulher e católica, a senadora pode contribuir para ampliar o alcance eleitoral da chapa, dialogando com públicos diversos e fortalecendo a conexão com o eleitorado feminino — maioria no Brasil.
Além disso, lideranças políticas avaliam que sua postura mais equilibrada pode trazer estabilidade ao projeto, ajudando a compor uma imagem de moderação e articulação em um cenário político marcado por polarizações.
A escolha do vice ainda está em análise, e outros nomes também são considerados, como o do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema. No entanto, o nome de Tereza Cristina permanece forte e relevante nas discussões, sendo visto como uma opção que pode agregar experiência, ampliar alianças e reforçar a competitividade da chapa nas eleições.