Uma enquete aberta nesta terça-feira propõe aos leitores refletirem sobre a possível troca do nome do Estádio Morenão por uma marca comercial. A discussão ganhou força após a autorização para exploração econômica do espaço.
A mudança está ligada à cessão do estádio pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul ao governo estadual, que agora pode administrar e buscar parcerias com a iniciativa privada. Entre as possibilidades está a venda dos chamados “naming rights”, prática em que empresas associam sua marca ao nome de arenas esportivas.
Com isso, existe a chance de o tradicional nome “Morenão” ser substituído no futuro, dependendo das negociações e do modelo adotado.
O tema levanta um impasse entre modernização e preservação histórica. De um lado, há quem defenda a mudança como forma de atrair investimentos e viabilizar melhorias no espaço. De outro, parte da população considera o nome um patrimônio simbólico do futebol sul-mato-grossense.
Atualmente, o estádio segue sem receber grandes jogos e deve passar por uma reforma estimada em cerca de R$ 16 milhões, com previsão de reabertura completa apenas nos próximos anos.
Diante desse cenário, a enquete busca medir a opinião pública sobre até que ponto a tradição deve ser mantida ou adaptada às novas formas de financiamento no esporte.